Team Allez,
Para quem está acompanhando o show de Tom Boonem nas clássicas, não deixe de acompanhar as duas próximas corridas -- Amstel Gold Race e La Flèche Wallonne.
Será que Phillipe Gilbert conseguirá defender seus títulos de 2011?
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Paris-Roubaix
Paris–Roubaix é uma prova de ciclismo de estrada que acontece em apenas um dia no norte da França, próximo a fronteira com a Bélgica. Desde o seu início em 1896 até 1967 ela tinha sua largada em Paris e sua chegada em Roubaix, daí a origem do seu nome. A partir de 1968 a cidade de largada foi alterada para Compiègne, a aproximadamente 60 km do centro de Paris, sendo mantida a cidade da chegada. Famosa pelo terreno difícil e seus trechos de paralelepípedos, ela faz parte da chamadas corridas clássicas do calendário europeu e distribui pontos para o ranking mundial da UCI. Ela é conhecida como Inferno do Norte, Um Domingo no Inferno, Rainha das Clássicas ou La Pascale.[1] A prova acontece anualmente em meados de abril e é organizada pelo grupo de mídia Amaury Sport Organisation.
A Paris-Roubaix é uma das mais antigas corridas de ciclismo de estrada, com sua primeira edição acontecendo em 1896. Ela é conhecida por possuir vários trechos em que a estrada é pavimentada com paralelepípedos, sendo considerada uma das clássicas de paralelepípedo juntamente com a Ronde van Vlaanderen e Gent-Wevelgem. Em virtude do tipo de calçamento, as bicicletas tem seus quadros e rodas desenvolvidas especialmente para esta prova e pneus furados ou problemas mecânicos são comuns, geralmente influenciando na definição dos competidores que poderão ou não vencer a prova.
Apesar de ser bem avaliada pela maioria das pessoas, ao longo dos tempos, vários grandes ciclistas consideravam a prova como uma brincadeira por causa de suas difíceis condições. A prova também tem diversas controvérsias, com muitos dos prováveis vencedores sendo desclassificados por diferentes motivos.
O percurso é mantido pelo Les Amis de Paris-Roubaix, um grupo de fans da prova formado em 1983. Os forçats du pavé mantém os trechos de paralelepípedo o mais seguro possível para os ciclistas, ao mesmo tempo que mantém a sua dificuldade.
A Paris-Roubaix é uma das mais antigas corridas de ciclismo de estrada, com sua primeira edição acontecendo em 1896. Ela é conhecida por possuir vários trechos em que a estrada é pavimentada com paralelepípedos, sendo considerada uma das clássicas de paralelepípedo juntamente com a Ronde van Vlaanderen e Gent-Wevelgem. Em virtude do tipo de calçamento, as bicicletas tem seus quadros e rodas desenvolvidas especialmente para esta prova e pneus furados ou problemas mecânicos são comuns, geralmente influenciando na definição dos competidores que poderão ou não vencer a prova.
Apesar de ser bem avaliada pela maioria das pessoas, ao longo dos tempos, vários grandes ciclistas consideravam a prova como uma brincadeira por causa de suas difíceis condições. A prova também tem diversas controvérsias, com muitos dos prováveis vencedores sendo desclassificados por diferentes motivos.
O percurso é mantido pelo Les Amis de Paris-Roubaix, um grupo de fans da prova formado em 1983. Os forçats du pavé mantém os trechos de paralelepípedo o mais seguro possível para os ciclistas, ao mesmo tempo que mantém a sua dificuldade.
Fez história
Tom Boonen conquista quarto título na Paris-Roubaix e iguala feito de Roger De Vlaeminck.
Sem a presença de Fabian Cancellara, a Paris-Roubaix foi palco de uma aula de Tom Boonen (Omega Pharma-QuickStep), que venceu a competição pela quarta vez em sua carreira e fez história. Com o triunfo, Boonen igualou a marca de Roger De Vlaeminck e tornou-se o mais vitorioso ciclistas no “Inferno do Norte”.
Boonen já era cotado como favorito, principalmente após sua vitória no Tour de Flandres, e fez prevaleceu o status com pouco mais de 50 km para o final. Com a Omega Pharma controlando as ações no pelotão, o ciclista belga – auxiliado sobretudo por Steegmans, Terpstra e Chavanel, que neutralizaram as tentativas de ataque de Flecha e Ballan – protagonizou uma das vitórias mais marcantes de sua carreira.
Mostrando maturidade, Tom Boonen executou uma tática perfeita e bateu um a um seus principais rivais em Orchies. Primeiro foi Thor Hushovd, depois Pozzato. Num grupo de perseguição, Flecha, Ballan e Boom lutavam para reduzir a vantagem do belga, sem êxito. A vantagem aumentava, assim como a certeza de mais um sucesso nesta primeira parte da temporada.
Escudeiro de Boonen, Terpstra seguia junto com o segundo grupo, que nesta altura – além de Ballan, Flecha e Boom, tinha a surpreendente presença de Sebastien Turgot, que havia lançado um ataque no Trouée d’Arenberg na busca pelos perseguidores.
Sem nenhum rival a altura, coube a Tom Boonen entrar no velódromo e celebrar um dos momentos mais épicos da sua vitoriosa carreira, sendo exaltado pelo público em Roubaix. Já Turgot, no sprint final, arrematou a segunda posição, com nada mais nada menos que 01min39s de atraso em relação ao tetracampeão. Ballan e Flecha foram segundo e terceiro, respectivamente, e Tersptra fechou o top 5.
Classificação
1 Tom Boonen (Bel) Omega Pharma-Quickstep 5:55:22
2 Sébastien Turgot (Fra) Team Europcar 0:01:39
3 Alessandro Ballan (Ita) BMC Racing Team
4 Juan Antonio Flecha Giannoni (Esp) Sky Procycling
5 Niki Terpstra (Hol) Omega Pharma-Quickstep
6 Lars Boom (Hol) Rabobank Cycling Team 0:01:43
7 Matteo Tosatto (Ita) Team Saxo Bank 0:03:31
8 Mathew Hayman (Aus) Sky Procycling
9 Johan Vansummeren (Bel) Garmin - Barracuda
10 Maarten Wynants (Bel) Rabobank Cycling Team
Fonte: Prologo
Magno Prado conquista Volta do Uruguai
Depois de figurar no top 10 em San Luis, brasileiro assegura título em Montevidéu; Simon termina em 3º
Foto: divulgação
O brasileiro Magno Prado Nazaret (Funvic-Pindamonhangaba) assegurou o título da 69ª Volta do Uruguai, neste domingo (08). Atual campeão brasileiro de contrarrelógio, Nazaret assumiu a primeira posição na 8ª etapa da competição após fazer uso de suas características e conquistar a vitória na crono individual de 31 km.
Na ocasião, o ciclista sul-matogrossense superou o argentino Matias Médici (Porongos), campeão pan-americano de ciclismo, e o americano Thomas Zirbel (Optum Pro Cycling p/b Kelly Benefit Strategies), ficando 18 segundos à frente de Zirbel no geral. Vantagem essa que foi mantida até o encerramento da prova. Já o argentino Edgardo Simon (Real Cycling Team-Sorocaba), que chegou a vestir a camisa de líder, terminou com a terceira posição no geral.
“A equipe trabalhou muito bem e todos estão de parabéns. Estou muito feliz por chegar a Montevidéu com a camisa dourada e conquistar o título", declarou Magno a uma rádio local ao completar a 10ª e última etapa, após um percurso de 198 quilômetros entre a cidade de Trinidad e a capital uruguaia, que foi vencido no sprint final pelo americano Keneth Hanson.
Durante os 10 dias de provas, os 130 ciclistas de equipes da Argentina, Brasil, Colômbia, Equador e Guadalupe, percorreram 1.512 km. Como a competição mais antiga do continente sul-americano, a Volta do Uruguai tem os anfitriões como maiores vencedores da prova – 51 vezes. Com dez triunfos, os argentinos aparecem como a segunda nação com maior número de campeões. O Brasil está ao lado da Colômbia com duas vitórias cada.
Classificação geral
1) Magno Nazaret (Bra) – Funvic – 36h05min35s.
2) Thomas Zirbel (EUA) – Kelly – a 18s
3) Edgardo Simon (Arg) – Real – a 26s
4) Scott Zwizansky (EUA) – Kelly – a 32s
5) Ivan Casas (Col) – Boyaca – a 43s
Geral por Equipes
1) Movistar Colombia 108h20min16s
2) Optum Pro Cycling p/b Kelly Benefit Strategies – a 01min05s
3) Funvic-Pindamonhangaba – a 01min22s
4) Porongos – a 01min41s
5) Amanecer – a 03min56s
domingo, 8 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Tripleta de Boonen em Flandres
Belga supera Pozzato e conquista clássica pela 3ª vez; Cancellara abandona [vídeo]
Um dos favoritos ao título na Volta de Flandres, Tom Boonen (Omega Pharma – QuickStep) cumpriu com seu papel. Numa temporada em que parece renascer, o belga conquistou seu terceiro título na Volta de Flandres. Experiente, usou da sua maturidade e bateu no sprint final final o italiano Filippo Pozzato (Farnese-Vini).
Uma revanche propriamente dita com Fabian Cancellara (RadioShack) não aconteceu, já que o suiço sofreu uma dura queda a pouco mais de 60 quilômetros do final, que o fez abandonar a competição com inúmeras fraturas e também já o deixou fora de combate para o próximo final de semana na Paris-Roubaix. Mais uma janela que se abre para mais um triunfo de Boonen em 2012.
A Volta de Flandres começou a se desenhar com quebras e uma fuga. Tyler Farrar (Garmin) foi um dos primeiros a sobrar, enquanto um grupo com quinze ciclistas protagonizou a primeira fuga do dia, mas sempre controlados pela Omega Pharma e a Rabobank, que ditaram o ritmo do pelotão na jornada.
Problemas mecânicos foram recorrentes com muitos favoritos: Boonen, Sagan e Flecha, mas nada que os tirasse da disputa. Má sorte quem teve foi Cancellara. Uma caramanhola provocou a queda do suíço, que teve uma fratura na clavícula entre outras tantas. O duelo com Boonen foi adiado.
Voeckler e Gilbert buscaram algum sucesso, muito mais na disposição do que na condição. Em Kwaremont, um ataque de Vanmarcke selecionou de maneira efetiva o pelotão. Onze seguiram na luta pela vitória. Ballan, Pozzato e Boonen atacaram. Os três desgarraram do grupo, e iniciaram ali o desfecho de Flandres.
Pozzato, porque não, também renascido depois de um 2011 pífio onde antes mesmo do final de agosto já havia sido colocado como “transferível” pela Katusha, colocou Boonen e Ballan em dificuldades. Ballan tentou surpreender, mas Boonen mostrou estar como nos velhos tempos e contra-atacou para celebrar sua terceira vitória “em casa”.
Classificação
1 Tom Boonen (Bel) Omega Pharma-Quickstep 6:04:33
2 Filippo Pozzato (Ita) Farnese Vini - Selle Italia
3 Alessandro Ballan (Ita) BMC Racing Team 0:00:01
4 Greg Van Avermaet (Bel) BMC Racing Team 0:00:38
5 Peter Sagan (Svk) Liquigas-Cannondale
6 Niki Terpstra (Hol) Omega Pharma-Quickstep
7 Luca Paolini (Ita) Katusha Team
8 Thomas Voeckler (Fra) Team Europcar
9 Matti Breschel (Din) Rabobank Cycling Team
10 Sylvain Chavanel (Fra) Omega Pharma-Quickstep
Fonte: Prologo
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