quarta-feira, 27 de abril de 2011

Contador ressalta dificuldades encontradas nas montanhas do Giro d´Italia, que começa no próximo dia 7

O espanhol Alberto Contador (Saxo Bank) e seus companheiros de equipe visualizaram alguma das etapas decisivas da próxima edição do Giro d´Italia. A dificuldade das montanhas impressionou Contador.
O tricampeão do Tour de France abriu mão de disputar a Liège-Bastogne-Liège, vencida pelo belga Philippe Gilbert, e explorou quatro das montanhas mais importantes do Giro d'Italia. Contador disse não acreditar naquilo que encontraram pela frente.
"Nós vimos quatro etapas - em Nevegal, Grossglockner, Monte Zoncolan e Val di Fassa. Acho que é difícil colocar em palavras, você tem que ver para acreditar ", disse Contador ao diário Marca . "É incrível. É como se fossem quatro etapas-rainha."
Contador foi acompanhado por colegas Jesús Hernández e Dani Navarro na preparação pelo norte da Itália e Áustria. Contador disse que nunca viu nada parecido com as etapas na última semana do Giro, previsto para começar 07 de maio, em Turim.
"O estágio do Val di Fassa, por exemplo, tem 6.500 metros de escalada.Serão cinco subidas e 230 km de corrida. Eu não tenho certeza, mas o máximo que já subi no Tour foi cerca de 5.000 metros. E a etapa do dia anteior, a 14ª, também terá 5.000 m de escalada, com 210 quilômetros até o final no Zoncolan ", ressaltou. "As etapas são longas, difíceis e perigosas. Tem de tudo um pouco."

Contador mostrou-se preocupado com a descida do Monte Crostis, que já está sendo chamado de uma das descidas mais perigosas da história, principalmente pela qualidade do asfalto.
"Essa descida do Monte Crostis, última escalada antes do Zoncolan, eu não sei como vamos descer isso. Eu não sei se vão pavimentar, ou se vão colocar redes nas laterais, como fazem em pistas de esqui, porque são muitos buracos. Tudo o que sei é que, mesmo em um carro, a descida coloca o seu cabelo em pé. Eu só espero que nada de ruim aconteça no dia da prova."
Por fim, o ciclista espanhol disse se recuperar de um resfriado leve que teve no início de abril e espera estar em forma para lutar paravencer o Giro pela segunda vez.
"Eu ainda estou sentindo os efeitos do frio, mas eu acredito que supero isso em poucos dias", ressaltou Contador. "No restante, tudo vai bem. Acabei de voltar da Itália e as sensações são boas, mas até alinhar ainda não posso afirmar como serão as coisas. Em geral, a preparação foi muito boa até aqui."

Fonte: Prologo

segunda-feira, 25 de abril de 2011

As clássicas tem novo Rei

Philippe Gilbert vence em Liège e conquista tríplice coroa

Philippe Gilbert (Omega Pharma-Lotto) conquistou a Liège-Bastogne-Liège e reafirmou seu grande momento na temporada. O ciclista belga, que já havia conquistado a Amstel Gold Race e a Fleche-Wallonne, confirmou a tríplice coroa das clássicas.
Neste domingo, Gilbert novamente comprovou sua força e superou os irmãos Andy e Frank Schleck (Leopard Trek), igualando o feito do italiano Davide Rebellin que, em 2004, venceu as três clássicas das Ardenas.
Um grupo de escapados protagonizou uma fuga nos primeiros quilômetros de prova, mas o bom trabalho do time luxemburguês da Leopard controu a vantagem em relação aos fugitivos, liderados por ciclistas como Gasparotto, Van Avermaet, Garate e Ten Dam.
Gasparotto tentou um ataque solitário, enquanto o pelotão embalado pela Leopard, Euskaltel e Omega Pharma buscava neutralizar o italiano. Na subida do Roche aux Faucons, a 20 km da meta, os irmãos Schleck atacaram, sendo acompanhados por Gilbert.
Joaquim Rodriguez (Katusha), Samuel Sanchez e Igor Antón(Euskaltel) e Vinokourov (Astana) não conseguiram acompanhar o trio.
Na última escalada, o Saint-Nicolas, a 5 quilômetros da meta, Van Avermaet, último sobrevivente da fuga inicial, acabou neutralizado, graças ao forte ataque de Gilbert, que surpreendeu os irmãos Schleck.
O ciclista belga atacou na última curva e confirmou o status de favorito sem dar chance a Andy e Frank Schelck. Foi sua terceira vitória em clássicas em 2011.

Classificação

1. Philippe Gilbert (BEL) Omega Pharma-Lotto 6h 13:18.
2. Frank Schleck (LUX) Leopard Trek m.t.
3. Andy Schleck (LUX) Leopard Trek m.t.
4. Roman Kreuziger (CZE) Pro Team Astana a 00:24.
5. Rigoberto Uran Uran (COL) Sky Procycling a 00:24.
6. Chris Anker Sörensen (DEN) Saxo Bank a 00:24.
7. Greg Van Avermaet (BEL) BMC Racing Team a 00:27.
8. Vincenzo Nibali (ITA) Liquigas-Cannondale a 00:29.
9. Björn Leukemans (BEL) Vacansoleil-DCM a 00:39.
10. Samuel Sánchez (ESP) Euskaltel-Euskadi a 00:39.

Fonte: Prologo

Liège-Bastogne-Liège 2011 - Final kilometers

Amstel Gold Race 2011 - Philippe Gilbert

Philippe Gilbert - Flèche Wallonne 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Regulamento GP São Paulo – 86 anos da FPC / 2º Etapa do Paulista de Resistência



APRESENTAÇÃO

O evento acontece em comemoração aos 86 anos da Federação Paulista Ciclismo, a mais antiga do Brasil em atividade. A competição é válida como 2ª etapa do Campeonato Paulista de Resistência 2011 e pelo Ranking CBC temporada 2011.

DATA: 10 de abril 2011.

LOCAL: Av. Brasil 193 – Centro de Ribeirão Pires (Complexo Cultural Educacional Ayrton Senna).

Como chegar:

Opção 1: Rodovia Índio Tibiriçá – portal da cidade ou Av. Humberto de Campos.

Opção 2: Via Mauá

PARTICIPAÇÃO

Haverá 2 classes: “Federados e Não Federados”, sendo que as categorias: Elite Masc. (Elite e Sub 23), Elite Fem. (Elite e Júnior) e Júnior Masc., disputarão pontos no Ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo. Para as demais categorias Federadas, a prova valerá para o Campeonato Paulista de Resistência Temporada 2011. Ciclistas “Não Federados” terão como opções as categorias: SPEED Estreantes / Turismo e MTB Estreantes / Turismo.

Obs.1: O número fornecido pela Organização aos ciclistas paulistas, será usado em todas as etapas do Campeonato Paulista:Resistência, Contra Relógio, Montanha e Pista.

Obs.2:Ciclistas que não estiverem Federados 2011, não poderão participar da 2ª etapa do Campeonato Paulista de Resistência e demais eventos que são destinados para atletas Federados.

INSCRIÇÕES

Valor: R$ 20,00 (no local do evento com 1 hora de antecedência de sua respectiva bateria.

Isenção: Mirim Masc./Fem., Infantil Masc./Fem., Infanto Juvenil Masc./Fem., Juvenil Masc./Fem.

PREMIAÇÃO

Medalhas do 1º ao 5º lugar serão entregues no decorrer do evento. No cerimonial de premiação o ciclista deverá estar uniformizado, a presença do atleta na premiação é obrigatória, caso não compareça, sua pontuação e premiação será desconsiderada.

Elite Masc. Sub 23 Elite Fem.

1º lugar: R$ 500.00 1º lugar: R$ 500.00 1º lugar: R$ 500.00

2º lugar: R$ 400.00 2º lugar: R$ 400.00 2º lugar: R$ 400.00

3º lugar: R$ 300.00 3º lugar: R$ 300.00 3º lugar: R$ 300.00

4º lugar: R$ 200.00 4º lugar: R$ 200.00 4º lugar: R$ 200.00

5º lugar: R$ 100.00 5º lugar: R$ 100.00 5º lugar: R$ 100.00


RANKING CBC: Elite Masc. /Fem. – Júnior Masc. /Fem.

CATEGORIAS CICLISMO OLÍMPICO- 2011


◦Elite Masc.: 23 a 29 anos ou critério técnico (1988 e anos anteriores);
◦Elite Fem.: acima de 19 anos (1992 e anos anteriores);
◦Sub-30: 23 a 29 anos (1988 a 1982);
◦Sub-23: 19 a 22 anos (1992 a 1989);
◦Júnior Masc/Fem.: 17 a 18 anos (1994 a1993);
◦Juvenil Masc/Fem.: 15 a 16 anos (1996 a 1995);
◦Infanto Juvenil Masc./Fem.: 13 a 14 anos (1998 a 1997);
◦Infantil Masc./Fem. : 11 a 12 anos (2000 a1999);
◦Mirim Masc./Fem.: 9 a 10 anos (2002 a 2001);
◦Sênior A Masc.: 30 a 39 anos (1981 a 1972);
◦Sênior B Masc.: 40 a 49 anos (1971 a 1962);
◦Master A Masc.: 50 a 59 anos (1961 a 1952);
◦Master B Masc.: 60 anos acima (nasc. até 1951);
◦Universitários Masc.: apresentação da carteirinha de estudante do ano corrente.
Obs.: Universitários somente poderão participar em uma única categoria.

AFERIÇÃO OBRIGATÓRIA

◦Júnior Masc./Fem.: 7.93 m.
◦Juvenil Masc./Fem.: 7.03 m.
◦Infanto Juvenil Masc./Fem.: 6.22 m.
◦Infantil e Mirim Masc. / Fem.: Máximo 6.14.m.
OBSERVAÇÕES

1. Dirigente, Técnico ou responsável é obrigado a acompanhar a aferição das bicicletas antes do início das competições, ficando sob a responsabilidade dos Comissários da Federação Paulista de Ciclismo após o término da competição. O ciclista que apresentar sua bicicleta fora das especificações exigidas será desclassificado da prova, não cabendo recurso junto a Comissão de Árbitros;


2. A aferição é obrigatória antes do início da prova, sob responsabilidade do técnico;

3. As aferições serão realizadas em todas as etapas do Campeonato Paulista de Resistência, Contra Relógio Individual, Volta do Futuro e eventos do ranking CBC realizados no Estado de São Paulo;

4. Caso o dirigente, técnico, responsável ou atleta necessite de orientação de como é realizada a aferição, os Comissários da FPC estarão disponíveis para atendê-los.

PROGRAMAÇÃO GERAL


CONCENTRAÇÃO: 7h00 / LARGADA: 8h00 / CIRCUITO: 2,3km

1ª BATERIA: 8h00

◦Master B: 50 min.
◦Infanto Juvenil Masc.: 40 min.
◦Infanto Juvenil Fem.: 4 voltas.

2ª BATERIA: 9h00

◦Master A: 60 min.
◦Juvenil masc.: 50 min.
◦Juvenil fem.: 5 voltas

3ª BATERIA: 10h00

◦Júnior Masc.: 60 min. (Ranking CBC).
◦Elite Fem.: (Elite + Junior): 60 min.+ 1 volta (Ranking CBC)
4ª BATERIA: 11h00

◦Elite Masc.: (Elite + Sub 23): 90 min.(Ranking CBC)
5ª BATERIA: 12h45

◦Infantil Masc.: 3 voltas
◦Infantil Fem.: 2 voltas
◦Mirim Masc.: 1 volta
◦Mirim Fem.: 1 volta

6ª BATERIA: 13h30

◦Sênior B: 60 min.
◦Universitários: 50 min.
7ª BATERIA: 14h30

◦Sênior A: 60 min.
◦Veterano: 45 min.

8ª BATERIA: 15h30

◦Sub 30: 60 min.
◦Speed Estreantes / turismo masc.: 2 voltas
◦MTB estreantes / turismo masc.: 3 voltas

quarta-feira, 23 de março de 2011

Volta a Catalunya 2011 - Stage 3

Contador destoa no Col de Pal

Alberto Contador (Saxo Bank) comprovou sua supremacia na 3ª etapa da Volta a Catalunha ao cruzar sozinho a meta no topo do Col de Pal (HC)e assumir a liderança da competição. Contador terminou 23s à frente de Michele Scarponi (Lampre), que até o momento se apresentava como melhor escalador da temporada, e Levi Leipheimer (Radio Shack), segundo e terceiro respectivamente.
Contador vestiu a camisa amarela, já que Gatis Smukulis (HTC-Highroad) terminou cerca de 17 minutos atrás do espanhol – em um percurso de alta montanha com 183.9km. Leipheimer e Scarponi vem na sequência, mas o americano leva a melhor no desempate pelas bonificações.

Com apenas oito quilômetros de percurso os ciclistas já enfrentaram a primeira escalada do dia, o Alt De Coubet. Nairo Quintana (Colombia Es Pasion - Cafe De Colombia) e Steven Kruijswijk (Rabobank) protagonizaram a primeira fuga do dia. Sendo acompanhados depois por Johnny Hoogerland (Vacansoleil-DCM), Sébastien Minard (AG2R La Mondiale) José Vicente Toribio (Andalucia Caja Granada) e Thomas Peterson (Garmin-Cervelo).

Com 60 km de etapa, os seis ciclistas conseguiram uma vantagem de sete minutos em relação ao pelotão. No entanto, na terceira das cinco montanhas do dia, a diferença passou a diminuir. No Alto de La Comella – a 22 km da chegada – a fuga quebrou e apenas Quintana e Kruijswijk seguiram juntos. O dinamarquês, porém, perdeu contato com o colombiano. Quintana resistiu até a subida do Alt De La Massana.

Alberto Contador imprimiu um forte rimo na escalada e dividiu o pelotão em dois grupos. Todos os favoritos mantiveram-se no grupo principal, exceto Carlos Sastre (Geox) e o até então camisa amarela Smukulis.

Cerca de 50 ciclistas estavam no grupo principal, liderado pela Saxo Bank, que controlou o ritmo do pelotão até os primeiros quilômetros da subida do Col de Pal. Contador fez um poderoso ataque a 5 km da meta, com Leiphemier sendo o único a acompanhar o espanhol. O americano, entretanto, não conseguiu manter o ritmo e acabou sobrando e sendo ultrapassado por Scarponi. Os dois trabalharam juntos, mas ainda assim terminaram com 23s de atraso em relação a Contador.

Fonte: Prologo

terça-feira, 1 de março de 2011

Rápido e sustentável, Velódromo é considerado obra-prima para 2012


Entregue no prazo, dentro do orçamento, atendendo aos requisitos técnicos e acima das expectativas dos atletas. O Velódromo de Londres para os Jogos Olímpicos de 2012 ostenta um cartão de visita invejável.

Inaugurada na semana passada, a primeira grande instalação do Parque Olímpico a ficar pronta já está sendo considerada como a melhor pista de ciclismo do mundo. Por isso, parte da imprensa britânica afirma que a obra pode salvar a reputação do Reino Unido, que enfrenta sérias dificuldades com o centro aquático e o Estádio Olímpico.
A arena, que tem capacidade para seis mil espectadores, cumpre as principais demandas dos organizadores do evento: oferece condições para grandes performances dos competidores, prioriza a sustentabilidade ambiental e tem seu legado pós-Olimpíada garantido. O projeto considerado diferenciado envolveu a participação de grandes nomes do ciclismo britânico durante a sua concepção, entre eles o astro Chris Hoy, que conquistou três medalhas de ouro nos Jogos de Pequim em 2008.

"É fantástico, realmente impressionante. Tanto dentro, como fora, tudo foi projetado perfeitamente. Não há velódromo melhor que esse em nenhum lugar do mundo", comemorou Hoy na cerimônia de inauguração.

Entre os principais responsáveis pelo grande sucesso do Velódromo de Londres, está o arquiteto brasileiro Gustavo Brunelli. Coordenador do projeto ambiental, Brunelli participou de todas as etapas da construção, desde o início do concurso público realizado pela autoridade olímpica até a entrega final.
Ele aponta a "simplicidade" do programa estabelecido como o ponto determinante para manter a obra dentro do orçamento e ainda superar as exigências técnicas dos atletas. "Tudo tem uma razão no projeto. Por exemplo, a dupla curvatura (na cobertura) existe porque a gente queria que o meio do Velódromo ficasse o mais baixo possível. Dessa forma, conseguimos diminuir o volume do prédio, o que reduz os gastos de energia com aquecimento, por exemplo", diz. "Mas, a gente também queria ter áreas altas para poder, durante o verão, quando se tem ventilação natural, usar isso para fazer com que o ar quente saia mais fácil, no efeito chaminé."
O arquiteto explica ainda que "o Velódromo é um prédio muito especial em termos de requerimentos. A questão da temperatura interna e do movimento do ar é indispensável para não afetar a performance do atleta. Para os ciclistas, quanto mais quente e úmido, melhor. Só que para o espectador, tem um certo limite de até onde você pode levar as temperaturas. Então, todos os sistemas foram pensados para manter o prédio quente, mas proporcionar uma certa ventilação para o público."

Gustavo Brunelli também aponta a participação dos atletas na elaboração do projeto. "O Chris Hoy foi parte do júri inicial do concurso. Uma das coisas que ele falou foi sobre manter uma continuidade de assentos em volta da pista para você não quebrar a atmosfera da torcida durante as provas. Isso foi implantado. Trabalhamos muito com o pessoal da British Cycling (Federação Britânica de Ciclismo)", finaliza.
A obra, que custou 93 milhões de libras (cerca de R$ 250 milhões) e levou 23 meses para ser concluída, também está sendo considerada "a mais verde" do Parque Olímpico. "Em termos de sustentabilidade, o Velódromo tem sido o mais brilhante entre todos os projetos. Ele consegue atingir as demandas de utilização esportiva e ao mesmo tempo, ser bonito e incrivelmente eficiente no uso de recursos e eficiência energética", destaca Dan Epstein, que supervisionou os projetos de sustentabilidade nas construções para os Jogos de 2012.
Após a realização da Olimpíada e da Paraolimpíada do ano que vem, as instalações serão dedicadas para treinamentos de ciclistas profissionais e iniciantes. E a projeção é de que o nível de utilização seja bastante elevado, como já acontece no Velódromo de Manchester, uma vez que o esporte é bastante popular no Reino Unido.

Em Pequim, os britânicos conseguiram 7 das 10 medalhas de ouro disputadas no ciclismo. Agora, com a "casa nova", projetada dentro das recomendações dos próprios competidores, a expectativa é de que a equipe anfitriã aumente ainda mais a sua soberania na modalidade.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Tour de Algarve: Tony Martin campeão

Tony Martin (HTC Highroad) confirmou as expectativas e venceu o contrarrelógio de 17.2 km entre as localidades de Lagoa e Portimão. Com o resultado, o ciclista alemão também garantiu o título da competição.

Martin completou o percurso com o tempo de 20min53s, ficando cinco segundos à frente do holandês Lieuwe Westra (Vacansoleil ). O português Tiago Machado (RadioShack) foi o terceiro.

Com a performance, Tony Martin terminou com 32 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipe Tejay Van Garderen, e sagrou-se campeão em Portugal. Lieuwe Westra encerrou na terceira posição, seguido pelo espanhol Alberto Contador Velasco (Saxo Bank SunGard).

Classificação etapa


1 Tony Martin (Ger) HTC-Highroad 0:20:53
2 Lieuwe Westra (Ned) Vacansoleil-DCM Pro Cycling Team 0:00:05
3 Tiago Machado (Por) Team RadioShack 0:00:26
4 Jesse Sergent (NZl) Team RadioShack 0:00:27
5 Andreas Klöden (Ger) Team RadioShack 0:00:30
6 Tejay Van Garderen (USA) HTC-Highroad
7 Luis Leon Sanchez Gil (Spa) Rabobank Cycling Team
8 Sébastien Rosseler (Bel) Team RadioShack 0:00:31
9 Thomas De Gendt (Bel) Vacansoleil-DCM Pro Cycling Team 0:00:39
10 Sylvain Chavanel (Fra) Quickstep Cycling Team 0:00:42

Classificação geral

1 Tony Martin (Ger) HTC-Highroad 18:48:45
2 Tejay Van Garderen (USA) HTC-Highroad 0:00:32
3 Lieuwe Westra (Ned) Vacansoleil-DCM Pro Cycling Team 0:00:39
4 Alberto Contador Velasco (Spa) Saxo Bank Sungard 0:00:41
5 Andreas Klöden (Ger) Team RadioShack 0:00:46
6 Tiago Machado (Por) Team RadioShack 0:00:47
7 Stephen Cummings (GBr) Sky Procycling 0:00:53
8 Rein Taaramae (Est) Cofidis, Le Credit En Ligne 0:00:59
9 Luis Leon Sanchez Gil (Spa) Rabobank Cycling Team 0:01:04
10 Thomas De Gendt (Bel) Vacansoleil-DCM Pro Cycling Team 0:01:05

Volta ao Algarve 11 - Stage 5 - Summary