quarta-feira, 23 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
BREVET 200 / DESAFIO 120 – Boituva – Calendário 2012 – Abertura de inscrições e informações gerais
Estão abertas as inscrições para o BREVET 200 e DESAFIO 120, que será realizado na cidade de Boituva-SP, válido pelo calendário BRM 2012. As inscrições permanecerão abertas impreterivelmente até as 23h59min do dia 25/11/11.
1 - Vagas e inscrição
BREVET 200 – 120 vagas
DESAFIO 120 – 50 vagas
Para realizar sua inscrição, o randonneur deve fazer o download da ficha de inscrição, enviá-la com todos os dados preenchidos para (rogeriopolo@yahoo.com / contato@audaxsp.com) e aguardar resposta com dados bancários para depósito da taxa de inscrição. Somente o envio do comprovante de depósito para os mesmos emails efetivará sua inscrição bem como a ordem de preenchimento das vagas disponíveis. FIQUEM ATENTOS!!!
Para fazer o download da ficha de inscrição CLIQUE AQUI.
2 – Taxas de inscrição
BREVET 200 – R$ 70,00
DESAFIO 120 – R$ 50,00
3 – Percurso
para ver o mapa orientativo do BREVET 200 no bikely CLIQUE AQUI.
para fazer o download da planilha de rota do BREVET 200 CLIQUE AQUI.
para ver o mapa orientativo do DESAFIO 120 no bikely CLIQUE AQUI.
para fazer o download da planilha de rota do DESAFIO 120 CLIQUE AQUI.
1 - Vagas e inscrição
BREVET 200 – 120 vagas
DESAFIO 120 – 50 vagas
Para realizar sua inscrição, o randonneur deve fazer o download da ficha de inscrição, enviá-la com todos os dados preenchidos para (rogeriopolo@yahoo.com / contato@audaxsp.com) e aguardar resposta com dados bancários para depósito da taxa de inscrição. Somente o envio do comprovante de depósito para os mesmos emails efetivará sua inscrição bem como a ordem de preenchimento das vagas disponíveis. FIQUEM ATENTOS!!!
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2 – Taxas de inscrição
BREVET 200 – R$ 70,00
DESAFIO 120 – R$ 50,00
3 – Percurso
para ver o mapa orientativo do BREVET 200 no bikely CLIQUE AQUI.
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10ª edição da Copa VO2 - Desafio Serra de Campos
Pela segunda vez consecutiva saindo de São Bento do Sapucaí, a 10ª edição do Desafio Serra de Campos – Copa VO2 foi marcada pela superação dos atletas que enfrentaram a dureza do percurso alternativo, com subidas que superavam 25% de inclinação.
O trajeto de 37 quilômetros até o centro de Capivari – escolhido as vésperas da competição acatando a decisão do Departamento de Estradas de Rodagem, que proibiu a realização da prova nas estradas SP 46 e SP 50 (onde tradicionalmente é disputada a Copa), sob alegação de falta de segurança nessas rodovias, pegou a todos desprevenidos.
Para os que aceitaram e enfrentaram a dureza da serra, que pertence ao tradicional circuito da Volta do Paiol, o sentimento de vitória, independente do tempo ou das dificuldades enfrentadas, já que muitos até mesmo empurraram as bicicletas morro acima devido a montanha íngreme.
Entre os amadores, um novo campeão: Eric de Souza. O mecânico de bikes da Fast Runner completou o percurso em 01h34min13s. Jaílson Conceição foi o segundo, enquanto Claudio Martins Rocha acabou na terceira posição. Na Elite, o título ficou com Antonio Nascimento, o Tonho, da equipe de Pindamonhangaba, que venceu no sprint final.
Já as mulheres, a vitória ficou com Patrícia de Almeida (02h04min07s). Marina Rovery e Fernanda Monteiro terminaram em segundo e terceiro, respectivamente. Também de Pindamonhanga, Fernanda Souza, com 01h40min36s, foi a campeã na Elite, com 16 minutos de vantagem sobre Claudia Tollendal.
Foto: Prologo
O fiel da balança
Contador prejudicará sua equipe em caso de punição
A Saxo Bank está em alerta. Dependendo do veredicto final do julgamento de Alberto Contador, o time dinamarquês poderá perder sua licença WorldTour. A informação foi emitida pela entidade máxima do ciclismo, a UCI (União Ciclística Internacional.
Bjarne Riis, diretor técnico da equipe, teve a confirmação da renovação da licença por mais um ano, no entanto, ele pode perder esse direito, uma vez que as equipes dependem da soma de pontos obtido pelos atletas, e Contador, sem dúvida, foi o principal responsável pela pontuação da esquadra.
"Sempre há a possibilidade de uma equipe perder a licença", afirmou Enrico Carpani, porta-voz da UCI. "A UCI tem o direito de pedir para a comissão de licenciamento para que ela reconsidere a situação, se houverem mudanças esportivas, econômicas ou éticas que afetem negativamente o time”.
O caso de Contador está sendo analisado pelo Tribunal Arbitral Esportivo (TAS) e poderá lhe render até dois anos de suspensão, caso seja provado que o ciclista consumiu clembuterol durante o Tour de France propositalmente – uma pequena quantidade da substância foi encontrada, em 2010, no sangue do atleta, que alegou ter ingerido carne contaminada
Fonte: Prologo
terça-feira, 25 de outubro de 2011
UCI escolhe as equipes ProTeam de 2012
Eleitas as 15 primeiras equipes Pro para 2012
A União Ciclística Internacional (UCI) anunciou nesta terça-feira (25) as equipes que ostentarão a licença de ProTeam em 2012. Os times foram eleitos com base em uma avaliação feita pela entidade máxima do ciclismo, que considera a produtividade das esquadras durante os anos de 2010 e 2011.
Não houve surpresas espantosas na seleção, mas sim algumas novidades. A GreenEDGE, formada durante esta temporada, já chega com força no grupo, assim como a Lotto, que desfez sua parceria com a Omega Pharma. Algumas velhas conhecidas também figuram na lista, porém, com uma nova cara, como a RadioShack e a Leopard-Trek, que se fundiram e formaram a RadioShack-Nissan-Trek e a Omega Pharma-QuickStep, resultante dos dois times presentes no nome.
A análise para definir essas equipes foi feita com base nos 15 ciclistas – contratados até o dia 20 de outubro – que mais pontuaram pelas equipes e adotou critérios éticos, financeiros e administrativos, classificando 15 times que, em 2012, contarão com a licença.
Cinco esquadras restantes terão que esperar para passarem por uma avaliação mais detalhada da Comissão de Licença da UCI, que elegerá os últimos três times para integrarem a elite do ciclismo mundial. As duas esquadras que não forem qualificadas pela nova avaliação terão a licença Pro Continental em 2012.
Segue abaixo as duas listas, divulgadas em ordem alfabética:
Lista 1: os 15 ProTeams
Astana
BMC
Garmin-Cervélo
GreenEdge
Katusha
Lampre-ISD
Liquigas-Cannondale
Lotto Cycling Project
Movistar
Omega Pharma-Quick-Step
Rabobank
RadioShack-Nissan-Trek
Saxo Bank Sungard
Sky
Vacansoleil-DCM
Lista 2: Times que passarão por nova avaliação
AG2R La Mondiale
Geox-TMC
FDJ
Euskaltel-Euskadi
Europcar
Fonte: Prologo
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
José Eriberto é o campeão
Flávio Cardoso (Funvic/ Marcondes César/ Pinda), principal rival de Eriberto na disputa pelo título chegou em segundo na etapa, tirou mais alguns segundos da diferença entre eles, mas ainda restaram 42s de vantagem para o camisa amarela comemorar com tranquilidade a vitória, chegando no mesmo pelotão.
Os dois atletas, companheiros na equipe de Pinda até o ano passado, competiram respeitando alguns dos conceitos éticos mais polêmicos do ciclismo recente: o de não se aproveitar de problemas com o líder da competição para obter vantagem na classificação. A situação aconteceu no sábado, na etapa com chegada em Campos do Jordão. O vice-campeão Flávio Cardoso esperou por José Eriberto, quando o líder se envolveu em uma queda.
Curiosamente, o título foi moldado em uma etapa na qual dois problemas mecânicos afetaram Cardoso. Os dois ciclistas formavam uma fuga – com mais atletas – quando o pneu do ciclista pindense furou. A fuga esperou e ele voltou ao grupo. Com menos de 10 km para o final, no entanto, o problema se repetiu, mas com o pelotão no encalço, os atletas escapados não o esperaram.
“Infelizmente, o pneu furado tirou o título do Baiano [Flávio Cardoso]. Mas ele é um grande atleta e demonstrou isso na etapa de Montanha, quando esperou o líder da prova se levantar, após sofrer uma queda. Naquele momento ele poderia ter ido embora e tirado os 42 segundos de diferença”, presume Benedito Tadeu, o Kid, técnico da equipe de Pinda.
O código de ética só é tão polêmico, pois resume a camaradagem em relação ao líder da competição, situação que viveu Flávio Cardoso e José Eriberto na Serra de Campos do Jordão. Na 2ª etapa, nenhum dos dois vestia a camisa amarela, portanto, o sucesso na etapa era o que estava em jogo naquele momento.
Mesmo sem o título principal do evento, Pinda tem muito que comemorar, com o título por equipes e cinco vitórias de etapas, além da classificação por pontos, com Roberto Pinheiro. Como a Volta de SP marca o início do calendário 2011/2012 do ranking UCI America Tour, o time, caso renove sua licença, vai começar com pé direito a busca pelo topo da classificação continental, que conquistou em 2010.
Os praianos dominam a montanha
Diego Ares, da Memorial/Santos, foi o campeão de montanha e manteve o bom desempenho da equipe do litoral paulista nesta classificação. Ele superou por apenas um ponto Antônio Nascimento (Funvic/ Marcondes César/ Pinda), que buscava o quinto título de melhor escalador da Volta de São Paulo, o primeiro deles sem estar vestido com a camisa do time da Baixada Santista.
Fonte: Prologo
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
L’Etape 2012
Alpes e Pirineus prometem dar trabalho aos ciclistas amadores que participarem do evento, que contará com duas etapas ano que vem

Tourmalet estará presente no percurso do L'EtaPor Fernando Bittencourt
A Amaury Sports Organization (ASO), empresa organizadora do Tour de France, anunciou nesta quarta-feira (19) os percursos das duas etapas a serem percorridas no L’Etape du Tour do próximo ano. Diferente do Tour de France, que não será tão propício aos escaladores, os estágios escolhidos contarão com uma altimetria desafiadora para os participantes.
Tanto os Alpes quanto os Pirineus serão escalados por ciclistas amadores, que realizarão o percurso real de duas etapas que integram a grande volta francesa – no caso, da próxima temporada.
1ª Etapa:
A 1ª etapa do evento terá um percurso de 139,5 quilômetros entre Albertville e La Toussuire, a ser percorrido no dia 8 de julho (domingo). O estágio será o único a ser realizado do começo ao fim sobre os Alpes, tendo quatro subidas em seu trajeto.
Ao comparar as duas etapas, a primeira é a menos complicada, o que não significa que seja uma tarefa fácil a ser realizada, uma vez que não há sequer um quilômetro plano no terreno e, ao que tudo indica, o pelotão terá que pedalar pelas quatro subidas do estágio em um dia quente.
As subidas:
1. Col de Madeleine
Altura: 2.000 m
Subida: 25,3 km
Inclinação média: 6,2%
2. Col de la Croix de Fer
Altura: 2.067 m
Subida: 22,4 km
Inclinação média: 6,9%
3. Col du Mollard
Altura: 1.638 m
Subida: 5,7 km
Inclinação média: 6,8%
4. La Toussuire
Altura: 1.705 m
Subida: 18 km
Inclinação média: 6,1%
2ª Etapa
A 2ª etapa será realizada em um percurso de 196,5 quilômetros de extensão, em Pau Bagnéres-de-Luchon, no dia 14 de julho do ano que vem. Os ciclistas que decidirem participar da segunda etapa não deverão levar a ideia na brincadeira. O estágio contará com quatro subidas duríssimas e testará a todos, inclusive os profissionais que iniciarão o percurso antes dos amadores. Aos que arriscarem adentrar este desafio, o conselho é começar a treinar o quanto antes, para que o bom condicionamento físico consiga suportar as o cansaço proporcionado pelas altas montanhas.
As subidas:
1. Col d'Aubisque
Altura: 1.709 m
Subida: 16,4 km
Inclinação média: 7,1%.
2. Col du Tourmalet
Altura: 2.115 m
Subida: 19 km
Inclinação média: 7,4%
3. Col d'Aspin
Altura: 1.489 m
Subida: 12,4 km
Inclinação: 4,8%
4. Col de Peyresourde
Altura: 1,559 m
Subida: 9,5 km
Inclinação: 6,7%
Fonte: Prologo
Tourmalet estará presente no percurso do L'Eta
A Amaury Sports Organization (ASO), empresa organizadora do Tour de France, anunciou nesta quarta-feira (19) os percursos das duas etapas a serem percorridas no L’Etape du Tour do próximo ano. Diferente do Tour de France, que não será tão propício aos escaladores, os estágios escolhidos contarão com uma altimetria desafiadora para os participantes.
Tanto os Alpes quanto os Pirineus serão escalados por ciclistas amadores, que realizarão o percurso real de duas etapas que integram a grande volta francesa – no caso, da próxima temporada.
1ª Etapa:
A 1ª etapa do evento terá um percurso de 139,5 quilômetros entre Albertville e La Toussuire, a ser percorrido no dia 8 de julho (domingo). O estágio será o único a ser realizado do começo ao fim sobre os Alpes, tendo quatro subidas em seu trajeto.
Ao comparar as duas etapas, a primeira é a menos complicada, o que não significa que seja uma tarefa fácil a ser realizada, uma vez que não há sequer um quilômetro plano no terreno e, ao que tudo indica, o pelotão terá que pedalar pelas quatro subidas do estágio em um dia quente.
As subidas:
1. Col de Madeleine
Altura: 2.000 m
Subida: 25,3 km
Inclinação média: 6,2%
2. Col de la Croix de Fer
Altura: 2.067 m
Subida: 22,4 km
Inclinação média: 6,9%
3. Col du Mollard
Altura: 1.638 m
Subida: 5,7 km
Inclinação média: 6,8%
4. La Toussuire
Altura: 1.705 m
Subida: 18 km
Inclinação média: 6,1%
2ª Etapa
A 2ª etapa será realizada em um percurso de 196,5 quilômetros de extensão, em Pau Bagnéres-de-Luchon, no dia 14 de julho do ano que vem. Os ciclistas que decidirem participar da segunda etapa não deverão levar a ideia na brincadeira. O estágio contará com quatro subidas duríssimas e testará a todos, inclusive os profissionais que iniciarão o percurso antes dos amadores. Aos que arriscarem adentrar este desafio, o conselho é começar a treinar o quanto antes, para que o bom condicionamento físico consiga suportar as o cansaço proporcionado pelas altas montanhas.
As subidas:
1. Col d'Aubisque
Altura: 1.709 m
Subida: 16,4 km
Inclinação média: 7,1%.
2. Col du Tourmalet
Altura: 2.115 m
Subida: 19 km
Inclinação média: 7,4%
3. Col d'Aspin
Altura: 1.489 m
Subida: 12,4 km
Inclinação: 4,8%
4. Col de Peyresourde
Altura: 1,559 m
Subida: 9,5 km
Inclinação: 6,7%
Fonte: Prologo
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Contador solta o verbo
Contador comenta sobre o ciclismo de forma geral
Alberto Contador (Saxo Bank) se prepara para a próxima temporada, em meio a um cenário ciclístico bastante movimentado com o final de 2011. O espanhol, em um chat no site do jornal “El Mundo”, fala sobre fusões, contratações, rumores e principalmente planejamento, que em 2012 sofrerá bruscas mudanças em seu calendário.
A princípio, o ciclista já tem tudo programado para 2012. “Meu início de temporada será com provas como a Tirreno-Adriático, Catalunha e País Basco. Então disputarei a Critérium du Dauphiné e a minha principal meta, o Tour de France. Quanto a Vuelta a España, ainda pensarei, mas admito que há a possibilidade de disputá-la”, disse Contador, que deixará a Paris-Nice, prova que conquistou em 2007 e 2010.
“El Pistolero”, como é conhecido, afirmou que, pensando no Tour de France, seria válido para a Saxo Bank pensar em algumas contratações com o objetivo de trabalhar para o tricampeão da prova nas altas montanhas. O nome cogitado para a equipe, no entanto, não tem o perfil adequado, apesar de ser forte. Fabian Cancellara (Leopard-Trek) estaria insatisfeito em seu time, após a fusão com a RadioShack e rumores colocam o suíço na equipe dinamarquesa. “É um grande ciclista e reforçaria muito nossa esquadra, mas não é o perfil desejado para suprir nossas necessidades primordiais”, disse Alberto.
Ainda comentando sobre o Tour, o atleta afirmou que pretende disputá-la pelos próximos cinco ou seis anos, além de dizer que Andy Schleck tem grandes chances de conquistar o título da prova, apesar de contar com limitações nas provas de contrarrelógio, o que reduz muito suas chances na competição. Para o integrante da Saxo Bank, o luxemburguês era franco favorito para a grande volta deste ano, com uma equipe muito forte, mas hesitou e acabou sucumbindo perante Cadel Evans, que se mostrou um ciclista regular e superior durante toda a prova. “Houve um ciclista que estava melhor do que todos e foi um justo vencedor. Quando se tem um time potente, o líder tem de rematar”, comentou.
Quando questionado sobre a grandeza da Espanha no ciclismo, o bicampeão do Giro d’Italia elogiou Miguel Indurain, classificando-o como o maior espanhol de todos os tempos, além de enaltecer o belo trabalho realizado por Juan Jose Cobo, campeão da Vuelta a España de forma ‘espetacular’. Além disso, Contador comentou sobre sua rotina de treinos – quatro horas diárias de pedal –, além de reiterar que não participará do Giro de 2012, embora ache que a prova seja a mais bonita das três grandes e seja presença confirmada para a apresentação do evento, no dia 16 de outubro em Milão.
O ciclista ainda abordou um dos temas mais presentes no meio esportivo: o doping. “Creio que as coisas estejam mudando de uns cinco ou seis anos para cá. A mentalidade dos ciclistas melhorou muito e não é de hoje. Toda essa história envolvendo meu nome me fez parar de comer vitela, por exemplo, para evitar problemas”, disse.
Por fim, Contador disse não manter contato com Lance Armstrong desde o Tour de France de 2009, apesar afirmar não ter nenhum tipo de desentendimento com o heptacampeão do Tour e diz que falta investimento no ciclismo. “Mudaria muitas coisas no ciclismo, mas principalmente a forma de vender o esporte. Se alguém se dispuser a trabalhar para isso, é possível tornar este esporte muito grande”, finalizou Contador.
Fonte: Prologo
domingo, 25 de setembro de 2011
Cavendish campeão do mundo!
E deu a lógica no sprint.
1 Mark Cavendish (Great Britain) 5:40:27
2 Matthew Harley Goss (Australia)
3 André Greipel (Germany)
4 Fabian Cancellara (Switzerland)
5 Jurgen Roelandts (Belgium)
6 Romain Feillu (France)
7 Borut Bozic (Slovenia)
8 Edvald Boasson Hagen (Norway)
9 Oscar Freire Gomez (Spain)
10 Tyler Farrar (United States Of America)
11 Denis Galimzyanov (Russian Federation)
12 Peter Sagan (Slovakia)
13 Anthony Ravard (France)
14 Daniele Bennati (Italy)
15 Rui Costa (Portugal)
16 Manuel Antonio Leal Cardoso (Portugal)
17 Philippe Gilbert (Belgium)
18 Michael Morkov (Denmark)
19 David Veilleux (Canada)
20 Grega Bole (Slovenia)
119 Rafael Andriato (Brazil)
149 Gregory Panizo (Brazil) a 8’54″
DNF Otavio Bulgarelli (Brazil)

1 Mark Cavendish (Great Britain) 5:40:27
2 Matthew Harley Goss (Australia)
3 André Greipel (Germany)
4 Fabian Cancellara (Switzerland)
5 Jurgen Roelandts (Belgium)
6 Romain Feillu (France)
7 Borut Bozic (Slovenia)
8 Edvald Boasson Hagen (Norway)
9 Oscar Freire Gomez (Spain)
10 Tyler Farrar (United States Of America)
11 Denis Galimzyanov (Russian Federation)
12 Peter Sagan (Slovakia)
13 Anthony Ravard (France)
14 Daniele Bennati (Italy)
15 Rui Costa (Portugal)
16 Manuel Antonio Leal Cardoso (Portugal)
17 Philippe Gilbert (Belgium)
18 Michael Morkov (Denmark)
19 David Veilleux (Canada)
20 Grega Bole (Slovenia)
119 Rafael Andriato (Brazil)
149 Gregory Panizo (Brazil) a 8’54″
DNF Otavio Bulgarelli (Brazil)
Quem leva?
Hushovd comemora o título em 2010
Neste domingo, em Copenhague, o último dia do Campeonato Mundial de Ciclismo promete ser de muita emoção, com a elite masculino na disputa pela cobiçada camisa arco-íris.
Os melhores do mundo estarão alinhados na Dinamarca e irão percorrer 266 km até a meta. Muitos são os nomes que podem ser incluídos no hall de favoritos: Cavendish, Gilbert, Sagan e Hushovd (atual campeão mundial) são alguns deles.
O Prólogo analisou doze seleções - entre elas o Brasil - destacando os pontos fortes e fracos de cada uma. Faça como nós. Análise, pense, reflita e escolha seu favorito.
Brasil
Depois da gafe do último ano, quando o Brasil teve apenas um representante no masculino, Murilo Fischer, e uma representante no feminino, Márcia Fernandes, sem comissão técnica e apoios necessários para a disputa do Mundial, a delegação chega reformulada à Dinamarca, mas sem seu principal ciclista: Fischer.
Escalação
Rafael Andriato
Gregory Panizo
Otávio Bulgarelli
Ponto forte
Motivação
Com um elenco renovado e três estreantes na competição – Panizo, Andriato e Bulgarelli – a certeza é que vontade não faltará à equipe brasileira. Sem pretensões de figurar entre os ponteiros, o objetivo é figurar em uma fuga. O principal nome do time é Andriato, no entanto, o percurso de 266 km deve ser desgastante para o time.
Ponto fraco
Ausência de Fischer
Quinto colocado no Mundial de 2005, Murilo Fischer (principal nome do ciclismo nacional na atualidade) teria chances de lutar por mais uma boa colocação na prova, tendo como gregários Andriato e Panizo. A lesão do brasileiro na Vuelta a España só permitirá seu retorno no Pan de Guadalajara.
Grã-Bretanha
Detém o favoritismo em uma equipe recheada de sprinters, além de ter o melhor velocista do mundo: Mark Cavendish. O percurso se encaixa perfeitamente em suas características e pode quebrar um jejum de 46 anos sem uma camisa arco-íris.
Escalação
Mark Cavendish
Bradley Wiggins
Stephen Cummings
Chris Froome
Jeremy Hunt
David Millar
Ian Stannard
Geraint Thomas
Ponto forte
Time de velocistas
Com a base do time partindo da Sky e aliado ao talento de Mark Cavendish, a equipe britânica têm uma grande chance de se tornar campeão mundial. Conquistou a vitória no teste olímpico, chega motivado e, sem dúvida, é o principal candidato ao título. Se o circuito torna-se muito duro para ele, Wiggins, Froome e Millar podem se tornar protagonistas.
Ponto fraco
Os outros
Como em todo e qualquer esporte, a tônica é de que a principal ameaça seja anulada. Cavendish será marcado e terá sprinters talentosos em seu alcanço. Ele parece lidar bem com a pressão, mas o Mundial pode trazer um peso maior ao britânico.
Noruega
Vive um dos melhores momentos no ciclismo em sua história. Tem o atual campeão mundial, Thor Hushovd, e venceu quatro etapas no Tour de France – duas com Thor e duas com Edvald Boasson Hagen. Os noruegueses chegam a Copenhague cheios de moral e devem figurar na briga pela camisa arco-íris.
Escalação
Thor Hushovd
Edvald Boasson Hagen
Kurt Asle Arvesen
Gabriel Rasch
Ponto forte
Dois líderes
Apesar de Thor Hushovd ser o atual campeão mundial, a Noruega também tem Edvald Boasson Hagen. Os dois vivem bons momentos e venceram duas etapas cada no Tour de France.
Ponto fraco
Má fase dos gregários
Kurt Asle Arvesen e Gabriel Rasch, escalados para ajudarem Thor e Hagen, não vivem uma boa temporada e podem sucumbir quando forem exigidos, desamparando seus líderes.
Alemanha
Um dos conjuntos mais fortes do Campeonato Mundial e com inúmeras opções para lutar pela vitória. Greipel e Kittel podem incomodar em uma provável chegada no sprint, enquanto Tony Martin é um nome para fugas e ataques que antecedem a meta. Mescla jovens valores e experiência
Escalação
Andre Greipel
Marcel Kittel
Bert Grabsch
Danilo Hondo
John Degenkolb
Andreas Klier
Chris Knees
Tony Martin
Marcel Sieberg
Ponto forte
Versatilidade
O time alemão tem condições de jogar com várias possibilidades para conquistar a camisa arco-íris. Seja no sprint, fuga ou contra-ataques, a certeza é que os germânicos prometem incomodar e gregários não faltam para os planos do time. O campeonato de contrarrelógio já foi assegurado.
Ponto fraco
Ego
Levando em consideração o perfil altimétrico, a tendência é que o título seja definido no sprint, onde sobram opções para a Alemanha (Kittel, Greipel e Degenkolb, mas a harmonia entre os líderes pode ser uma fator decisivo para o sucesso da equipe
Itália
Pela primeira vez em muitos anos, os italianos entram na estrada sem o rótulo de favoritos. Depois do tricampeonato entre 2006 e 2008 (dois títulos com Paolo Bettini e um com Alessandro Ballan), eles foram muito marcados em 2009 e viram Filippo Pozzato fraquejar no sprint final da prova do ano passado e agora terão de se contentar com o irregular Daniele Bennati como líder da Azzurra. Ao lado do ciclista da Leopard-Trek, uma série de competidores jovens que estão em busca de mostrar o seu valor.
Escalação
Daniele Bennati
Francesco Gavazzi
Sacha Modolo
Daniel Oss
Luca Paolini
Manuel Quinziato
Matteo Tozatto
Giovanni Visconti
Elia Viviani
Ponto forte
Paolo Bettini, diretor-técnico
Foi um dos maiores ciclistas de Clássicas da história e, certamente, usará seu conhecimento em provas de um dia para que a Itália não seja coadjuvante na prova.
Ponto fraco
Nem tão líder assim...
A temporada de Daniele Bennati está aquém do cargo que irá exercer nesse Mundial – o de líder da Azzurra. Ex-ciclistas lendários, como Mario Cipollini e Francesco Moser, “cornetaram” o sprinter e sugeriram que a Itália não deveria tê-lo como principal arma na prova.
Bélgica
O Mundial é uma prova de um dia, certo? Então, os torcedores belgas devem estar animados. Afinal, seus ciclistas dominaram as Clássicas desse ano. Além de Philippe Gilbert e suas incontáveis vitórias, Johan Vansummeren venceu a Paris-Roubaix e Nick Nuyens o Tour de Flanders.
Escalação
Kevin de Weert
Philippe Gilbert
Olivier Kaisen
Björn Leukemans
Klaas Lodewyck
Nick Nuyens
Jurgen Roelandts
Greg van Avermaet
Johan Vansummeren
Ponto forte
Muitas opções de vitória
A Bélgica não é só “Big Phil”. Está repleta de cartas para jogar no Mundial, como Nick Nuyens, Johan Vansummeren, Greg van Avermaet, entre outros. Provavelmente, eles irão com uma estratégia ofensiva para que a previsão de chegada em sprint não se confirme.
Ponto fraco
Falta sprinter
Muito se fala sobre a possibilidade de uma chegada em sprint massivo. Nessas condições, a Bélgica tem chances reduzidas de vitória, pois não tem um sprinter para bater guidão com Mark Cavendish, Andre Greipel, Thor Hushovd e outros. Neste cenário, o time pode sentir falta de Tom Boonen.
Eslováquia
O time eslovaco vai a Copenhague com apenas três ciclistas, mas não se pode descartar o jovem Peter Sagan, que aos 21 anos não é mais uma promessa. O competidor da Liquigas-Cannondale vem do título da Volta da Polônia, três etapas da Vuelta a España e da vitória no GP di Prato e ainda terá o auxílio de dois bons ciclistas: os irmãos Martin e Peter Velits.
Escalação
Peter Sagan
Peter Velits
Martin Velits
Ponto forte
A força de Sagan
Com 15 vitórias no ano, o eslovaco é o segundo maior vencedor da temporada – só perde para Philippe Gilbert. A camisa arco-íris seria prova de que o jovem de 21 anos já é uma realidade no ciclismo.
Ponto fraco
Apenas três
Sagan e os irmãos Velits são ciclistas muito respeitados no pelotão, mas com apenas três ciclistas, a estratégia das outras equipes – com até nove competidores – pode reduzir as chances da Eslováquia.
Espanha
Uma equipe experiente e com quatro dos nove ciclistas da Rabobank (Freire, Barredo, Garate e Leon Sanchez). Tricampeão mundial, Oscar Freire é a única opção para o sprint. Nomes como Joaquim Rodriguez e Samuel Sanchez ficaram de fora.
Escalação
Oscar Freire
Joaquin Rojas
Luis Leon Sanchez
Vincent Reynes
Pablo Lastras
Carlos Barredo
Juan Antonio Flecha
Imanol Erviti
Juan Manuel Garate
Ponto forte
Equilíbrio
Com três títulos em Mundiais, Freire é a chave para o sucesso da dos espanhóis. Aos 36 anos, ele tem motivação de sobra para lutar por sua quarta camisa arco-íris, já que pode ser seu último ano como profissional. Serão oito gregários para o veterano lutar pelo tetracampeonato.
Ponto fraco
Ainda dá?
Nomes de peso não faltam, mas, em contrapartida, os dois principais sprinters do time (Freire e Rojas) podem ser considerados “secundários” se comparados a nomes como Cavendish, Sagan e Greipel. Freire tem bagagem, mas ainda tem potência para rivalizar com os mais novos?
Austrália
Depois de uma longa jornada, a Austrália conquistou o título, em 2009, com Cadel Evans, que não estará presente na Dinamarca. O elenco deste ano é poderoso, mas também apresenta uma certa controvérsia com a ausência de Mark Renshaw.
Escalação
Simon Clarke
Matt Goss
Baden Cooke
Simon Gerrans
Heinrich Haussler
Matt Hayman
Stuart O´Grady
Chris Sutton
Michael Rogers
Ponto forte
Espírito de equipe
Goss é o líder da equipe, que reconhecidamente tem força na luta pela camisa arco-íris. A dupla da Sky, com Hayman e Rogers, será um dos alicerces para um trabalho a favor de Goss, que conquistou o título da Milão-São Remo neste temporada.
Ponto fraco
Falta o sprinter nato
Mesmo com a força de Matt Goss, os australianos não tem um velocista puro no time. Talvez essa ausência fosse menos sentida com a presença de Renshaw, que foi boicotado por não ter fechado com a GreenEdge. Os australianos podem dar um tiro no próprio pé.
Holanda
O time holandês faz uma aposta arriscada e opta por passistas e escaladores, deixando de fora Theo Bos, que teoricamente seria a melhor aposta para os sprints. Com isso, Lars Boom deverá ser o líder da equipe.
Escalação
Lars Boom
Johnny Hoogerland
Steven Kruijswijk
Wout Poel
Bauke Mollema
Pim Ligthart
Niki Terpstra
Marteen Tjaliingii
Pieter Weening
Ponto Forte
Base da Rabobank
A maioria dos ciclistas integra o plantel da equipe ProTour. O entrosamento e os ciclistas de apoio são fatores positivos. Boom, que sagrou-se campeão na Volta da Grã-Bretanha, chega motivado. Devem apostar nos ataques e fugas.
Ponto fraco
Sem velocistas
Sem Theo Bos, a equipe comandada por Leon van Vliet, não terá chances de título em uma chegada no sprin. O técnico deixou claro que, para ele, Bos precisa amadurecer e mostrar um pouco mais para ser o líder do país em um Campeonato Mundial
Suíça
Fabian Cancellara é a esperança da Suíça, mas tem enfrentando uma temporada irregular neste ano. Não venceu nenhuma etapa em grandes voltas e perdeu a hegemonia no contrarrelógio para Tony Martin. Apesar disso tudo, não pode ser descartado. Eleito o melhor ciclista de 2010, ele não desaprendeu a pedalar. Ele ainda contará com o auxílio dos combativos Michael Albasini e Martin Kohler nessa missão.
Escalação
Michael Albasini
Fabian Cancellara
Martin Kohler
Grégory Rast
Ponto forte
O currículo Cancellara
Vencedor de sete etapas no Tour, quatro na Vuelta, dono de duas Paris-Roubaix e diversas outras clássicas, além de possuir um ouro e uma prata olímpica. Dá para descartar Fabian Cancellara da briga pela camisa arco-íris?
Ponto fraco
A mente de Cancellara
O suíço anda se questionando muito sobre sua continuidade no ciclismo. Ele não ficou nada satisfeito com a fusão da RadioShack e Leopard-Trek e não esconde esse desânimo.
Estados Unidos
Tyler Farrar é o líder da seleção norte-americana, bastante renovada com relação aos outros anos. Os medalhões, como Levi Leipheimer, Dave Zabrieske e George Hincapie, ficaram de fora e, exceto por Jeffry Louder, nenhum ciclista tem mais de 30 anos.
Escalação
Brent Brookwalter
Matther Busche
Timothy Duggan
Tyler Farrar
Benjamin King
Jeffry Louder
John Murphy
Taylor Phinney
Andrew Talansky
Ponto forte
A potência de Tyler
Se o circuito favorece para uma chegada em sprint massivo, Tyler Farrar deve ser apontado como um dos favoritos. No ano em que venceu pela primeira vez no Tour de France, o sprinter da Garmin-Cérvelo conta com uma numerosa equipe para controlar a corrida.
Ponto fraco
Mas quem embala?
Os Estados Unidos irão levar praticamente oito gregários para trabalharem por Tyler Farrar, mas carece de um embalador para o norte-americano, que pode acabar trancado no final.
Fonte: Prologo
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Mundial de ciclismo - CR Elite Masculino
1. Tony Martin (Germany) 53:43.85
2. Bradley Wiggins (Great Britain) 54:59.68
3. Fabian Cancellara (Switzerland) 55:04.44
4. Bert Grabsch (Germany) 55:15.61
5. Jack Bobridge (Australia) 55:57.71
6. Richie Porte (Australia) 56:13.39
Coloquei os 6 primeiros para chamar a atenção sobre o bom resultado dos australianos.
Meu palpite foi certo, Cancellara não venceu, mas não foi por causa da distância, ele já vinha tomando tempo desde a primeira parcial.
Fonte: Maglia rosa
2. Bradley Wiggins (Great Britain) 54:59.68
3. Fabian Cancellara (Switzerland) 55:04.44
4. Bert Grabsch (Germany) 55:15.61
5. Jack Bobridge (Australia) 55:57.71
6. Richie Porte (Australia) 56:13.39
Coloquei os 6 primeiros para chamar a atenção sobre o bom resultado dos australianos.
Meu palpite foi certo, Cancellara não venceu, mas não foi por causa da distância, ele já vinha tomando tempo desde a primeira parcial.
Fonte: Maglia rosa
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Os três mosqueteiros de Jalabert
Voeckler (foto), Chavanel e Feillu são principais armas da França para surpreender os favoritos no Mundial
Voeckler com a camisa amarela durante o Tour
Com destaque nas grandes voltas, Sylvain Chavanel (QuickStep) e Thomas Voeckler (Europcar) foram escolhidos para liderar a seleção francesa masculina no Campeonato Mundial de Estrada, que será realizado em Copenhague, na Dinamarca, entre os dias 19 e 25 de setembro.
Chavanel, atual campeão francês, terminou o Tour de Flandres na segunda colocação, além de recentemente ter vestido durante quatro etapas da Vuelta a España a Camisola Roja, enquanto Voeckler foi protagonista durante o Tour de France, mantendo o Maillot Jaune por dez etapas e completado a disputa na quarta colocação.
O técnico do time francês, Laurent Jalabert, também convocou Romain Feillu (Vacansoleil-DCM) para juntar forças aos dois ciclistas. O sprinter mostrou estar recuperado da fratura na clavícula que sofreu após um acidente ocorrido durante a Volta da Polônia, no último mês de agosto, ao terminar no último sábado (10) o GP de Fourmies na sétima colocação.
Para completar o time de estrada, Jalabert chamou Samuel Dumoulin (Cofidis), Yoann Offredo (FDJ), Biel Kadri (AG2R), Tony Gallopin (Cofidis), Anthony Ravard (AG2R) e Anthony Roux (FDJ) para serem os titulares, enquanto Christophe Riblon (AG2R) e Jeremy Galland (Saur-Sojasun) serão os reservas. Laszlo Bodrogi (Team Type 1) e Dimitri Champion (AG2R) disputarão a prova de contrarrelógio, com o ciclista Damien Gaudin (Europcar) na reserva.
Tour do Brasil valerá pontos para ranking da UCI
Maior prova de ciclismo de estrada do País, também conhecida como Volta Ciclística de São Paulo, será de 16 a 23 de outubro
Os principais ciclistas do País e atletas convidados do exterior estão confirmados para o Tour do Brasil/Volta Ciclística de São Paulo, que será disputado entre os dias 16 e 23 de outubro. A elite da modalidade percorrerá as cidades do interior paulista buscando pontos para o ranking da União Ciclística Internacional (UCI).
A organização espera contar com 20 equipes na Volta Ciclística. No ano passado, o primeiro lugar ficou com a DataRo/Foz do Iguaçu (PR). Destaque para Gregolry Panizo que conquistou o bicampeonato individual, com o tempo de 24h56min37s. O atleta conseguiu uma vaga para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres-2012 ao levar o título Pan-Americano na Colômbia, em maio. Dessa vez, irá desfalcar sua equipe porque representará o País no Pan de Guadalajara.
Em 2010, os 144 ciclistas percorreram 1.069 quilômetros e a média de velocidade foi de 41,87 km/h. A competição, uma das mais importantes das Américas, contou com 21 equipes, sendo 14 do Brasil e outras da Argentina, Alemanha, Chile, Estados Unidos, Nova Zelândia, Peru e Uruguai.
Neste ano, os atletas enfrentarão trechos rápidos e de subida no Tour do Brasil/Volta Ciclística de São Paulo. A largada será Marília e, durante os oito dias de prova, os ciclistas passarão por cidades como Bauru, São Carlos, Rio Claro, Sorocaba, Atibaia, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Jundiaí e finalizam em São Paulo.
“O Tour do Brasil já se consolidou como a maior prova de estrada do Brasil e tem sido prestigiado por alguns dos principais ciclistas das Américas e destaques da Europa. Para a oitava edição esperamos um alto nível técnico e disputas muito equilibradas nas belas rodovias do Estado de São Paulo”, afirmou Thadeus Kassabian, da Yescom, uma das empresas responsáveis pela organização da competição.
Veja as etapas:
1ª etapa, dia 16 – Marília/Bauru
2ª etapa, dia 17 – Bauru/São Carlos
3ª etapa, dia 18 – São Carlos – contra relógio
4ª etapa, dia 19 – São Carlos/Rio Claro (neutralizado) e Rio Claro/Sorocaba
5ª etapa, dia 20 – Sorocaba/Atibaia
6ª etapa – Atibaia/Pindamonhangaba
7ª etapa – Pindamonhangaba/Campos do Jordão
8 etapa – Jundiaí/São Paulo
O Tour do Brasil/Volta Ciclística de São Paulo é uma realização e organização da Rede Globo , Yescom, Governo do Estado de São Paulo, Federação Paulista de Ciclismo e Confederação Brasileira de Ciclismo, com transmissão da Rede Globo, SporTV e Globo Internacional. Apoio especial da Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo, Secretaria Estadual dos Transportes, Secretaria Estadual de Esportes, Lazer e Turismo de São Paulo, das prefeituras de Marília, Bauru, São Carlos, Rio Claro, Sorocaba, Atibaia, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Campinas, Jundiaí e São Paulo, Artesp e das concessionárias Dersa, DER, Rota das Bandeiras, Eco Pista, Triângulo do Sol, Colinas, Rodovias do Tietê, CCR Autoban, Centrovias GrupoOHL, CCR. A supervisão da União Ciclística Internacional e Confederação Brasileira de Ciclismo.
Fonte: FPC
A organização espera contar com 20 equipes na Volta Ciclística. No ano passado, o primeiro lugar ficou com a DataRo/Foz do Iguaçu (PR). Destaque para Gregolry Panizo que conquistou o bicampeonato individual, com o tempo de 24h56min37s. O atleta conseguiu uma vaga para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres-2012 ao levar o título Pan-Americano na Colômbia, em maio. Dessa vez, irá desfalcar sua equipe porque representará o País no Pan de Guadalajara.
Em 2010, os 144 ciclistas percorreram 1.069 quilômetros e a média de velocidade foi de 41,87 km/h. A competição, uma das mais importantes das Américas, contou com 21 equipes, sendo 14 do Brasil e outras da Argentina, Alemanha, Chile, Estados Unidos, Nova Zelândia, Peru e Uruguai.
Neste ano, os atletas enfrentarão trechos rápidos e de subida no Tour do Brasil/Volta Ciclística de São Paulo. A largada será Marília e, durante os oito dias de prova, os ciclistas passarão por cidades como Bauru, São Carlos, Rio Claro, Sorocaba, Atibaia, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Jundiaí e finalizam em São Paulo.
“O Tour do Brasil já se consolidou como a maior prova de estrada do Brasil e tem sido prestigiado por alguns dos principais ciclistas das Américas e destaques da Europa. Para a oitava edição esperamos um alto nível técnico e disputas muito equilibradas nas belas rodovias do Estado de São Paulo”, afirmou Thadeus Kassabian, da Yescom, uma das empresas responsáveis pela organização da competição.
Veja as etapas:
1ª etapa, dia 16 – Marília/Bauru
2ª etapa, dia 17 – Bauru/São Carlos
3ª etapa, dia 18 – São Carlos – contra relógio
4ª etapa, dia 19 – São Carlos/Rio Claro (neutralizado) e Rio Claro/Sorocaba
5ª etapa, dia 20 – Sorocaba/Atibaia
6ª etapa – Atibaia/Pindamonhangaba
7ª etapa – Pindamonhangaba/Campos do Jordão
8 etapa – Jundiaí/São Paulo
O Tour do Brasil/Volta Ciclística de São Paulo é uma realização e organização da Rede Globo , Yescom, Governo do Estado de São Paulo, Federação Paulista de Ciclismo e Confederação Brasileira de Ciclismo, com transmissão da Rede Globo, SporTV e Globo Internacional. Apoio especial da Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo, Secretaria Estadual dos Transportes, Secretaria Estadual de Esportes, Lazer e Turismo de São Paulo, das prefeituras de Marília, Bauru, São Carlos, Rio Claro, Sorocaba, Atibaia, Pindamonhangaba, Campos do Jordão, Campinas, Jundiaí e São Paulo, Artesp e das concessionárias Dersa, DER, Rota das Bandeiras, Eco Pista, Triângulo do Sol, Colinas, Rodovias do Tietê, CCR Autoban, Centrovias GrupoOHL, CCR. A supervisão da União Ciclística Internacional e Confederação Brasileira de Ciclismo.
Fonte: FPC
Mundial de ciclismo 2011 - Copenhagem
Esse ano o mundial será disputado na Dinamarca, mais precisamente em Copenhagem, de 19 a 25 de setembro (na próxima segunda-feira até o domingo seguinte).
Copenhagem é a capital do país, mas mais relevante do que isso, pesquisas indicam que 37% da população utiliza bicicletas para o seu transporte diário, fazendo com que seja uma das cidades com maior número de ciclistas no mundo. Some-se a isso o incentivo que o governo dá e a sua política de construção constante de ciclovias, originando o termo Copenhagenize. Em reconhecimento, a UCI escolheu a cidade como a primeira Bike City no mundo.
As provas e datas
A altimetria de todas as provas é irrelevante. Na prova de estrada masculina, por exemplo, o “Cima Coppi” é uma gigantesca montanha de 55 metros de altitude (alguém aí falou Cavendish?).
O contrarrelógio
Todas as provas ocorrem no mesmo circuito (pelo menos mesma largada e mesma chegada). A prova Elite Masculina fará duas voltas no circuito de 23,2Km. A categoria Sub23 fará duas voltas num circuito de 17,6Km, a Junior Masculina e a Elite Feminino percorrerão duas voltas no circuito de 13,9Km. A Junior Feminino percorre apenas uma volta nesse percurso.
Na estrada
A prova da Elite Masculina percorre um trecho de 28Km antes de entrar no circuito de 14Km, onde farão 17 voltas. O percurso não é liso, mas está longe de dar medo para qualquer sprinter de primeiro nível (105 metros de desnível acumulado por volta); nos últimos 500 metros temos um desnível de 50 metros (isso é praticamente plano).
Todas as demais provas percorrem apenas o circuito, não tem trechos de estrada: a Junior Feminino percorre 5 voltas, a Sub23 percorre 12, a Junior Masculino 9 e a Elite Feminino 10 voltas.
Falando em favoritos, existem duas correntes, cada uma apostando por uma característica: enquanto alguns dão como franco favorito Mark Cavendish ou outro sprinter de primeiro escalão, outros afirmam que o vencedor será um corredor rápido em chegadas, mas não um sprinter puro (estilo Hushovd ou até mesmo Gilbert).
Sem ver as escalações das seleções fica difícil dizer qualquer coisa, mas o Mundial é sempre diferente. Não teremos as equipes tradicionais e muitos amigos se tornam adversários e vice-versa. Antes de mais nada o treinador precisa dominar os egos e superegos.
Site oficial: http://www.copenhagen2011.dk/
Copenhagem é a capital do país, mas mais relevante do que isso, pesquisas indicam que 37% da população utiliza bicicletas para o seu transporte diário, fazendo com que seja uma das cidades com maior número de ciclistas no mundo. Some-se a isso o incentivo que o governo dá e a sua política de construção constante de ciclovias, originando o termo Copenhagenize. Em reconhecimento, a UCI escolheu a cidade como a primeira Bike City no mundo.
As provas e datas
- CR Junior feminino: dia 19, 13,9Km
- CR sub-23 masculino: dia 19, 35,2Km
- CR Elite feminino: dia 20, 27,8Km
- CR Elite masculino: dia 21, 46,4Km
- Estrada Junior feminino: dia 23, 70Km
- Estrada Sub23 masculino: dia 23, 168Km
- Estrada Junior masculino: dia 24, 126Km
- Estrada Elite feminino: dia 24, 140Km
- Estrada Elite masculino: dia 25, 266Km
A altimetria de todas as provas é irrelevante. Na prova de estrada masculina, por exemplo, o “Cima Coppi” é uma gigantesca montanha de 55 metros de altitude (alguém aí falou Cavendish?).
O contrarrelógio
Todas as provas ocorrem no mesmo circuito (pelo menos mesma largada e mesma chegada). A prova Elite Masculina fará duas voltas no circuito de 23,2Km. A categoria Sub23 fará duas voltas num circuito de 17,6Km, a Junior Masculina e a Elite Feminino percorrerão duas voltas no circuito de 13,9Km. A Junior Feminino percorre apenas uma volta nesse percurso.
Na estrada
A prova da Elite Masculina percorre um trecho de 28Km antes de entrar no circuito de 14Km, onde farão 17 voltas. O percurso não é liso, mas está longe de dar medo para qualquer sprinter de primeiro nível (105 metros de desnível acumulado por volta); nos últimos 500 metros temos um desnível de 50 metros (isso é praticamente plano).
Todas as demais provas percorrem apenas o circuito, não tem trechos de estrada: a Junior Feminino percorre 5 voltas, a Sub23 percorre 12, a Junior Masculino 9 e a Elite Feminino 10 voltas.
Falando em favoritos, existem duas correntes, cada uma apostando por uma característica: enquanto alguns dão como franco favorito Mark Cavendish ou outro sprinter de primeiro escalão, outros afirmam que o vencedor será um corredor rápido em chegadas, mas não um sprinter puro (estilo Hushovd ou até mesmo Gilbert).
Sem ver as escalações das seleções fica difícil dizer qualquer coisa, mas o Mundial é sempre diferente. Não teremos as equipes tradicionais e muitos amigos se tornam adversários e vice-versa. Antes de mais nada o treinador precisa dominar os egos e superegos.
Site oficial: http://www.copenhagen2011.dk/
Nova fusão?
Saxo Bank e Astana podem estar próximos de acordo para unirem forças em 2012
Alberto Contador, líder da Saxo Bank
As grandes fusões ocorridas durante o segundo semestre de 2011 podem ainda não ter terminado. Após os acordos entre Omega Pharma e QuickStep e RadioShack e Leopard-Trek, anunciado recentemente, uma nova fusão pode ocorrer para o ano de 2012: Saxo Bank e Astana podem unir forças na próxima temporada.
O jornal holandês e Telegraph, anunciou nesta terça-feira (13) que uma mediação entre as duas equipes está sendo feita pela empresa Specialized, fornecedora de bicicletas de ambas as equipes. O acordo, ainda em andamento, depende das duas equipes, que conversam para buscar estratégias que culminem em um acordo benéfico e satisfatório a ambas as partes.
Coincidência ou não, a fusão entre RadioShack e Leopard-Trek também contou com a mediação da empresa Trek, fornecedora de bicicletas dos dois times, que ao se juntarem, agitaram os bastidores da Saxo Bank.
Quando questionado sobre a RadioShack-Nissan-Trek, Contador afirmou que esta seria uma equipe praticamente imbatível em 2012 e que dificultaria muito as coisas para o espanhol. O ciclista deseja voltar a vencer o Tour de France, mas disse estar tranquilo, uma vez que sabia que Bjarne Riis – proprietário da Saxo Bank – iria tomar uma providência para reforçar a equipe dinamarquesa. Riis, por sua vez, afirmou que nada o preocupa, dizendo que 2012 será novamente o ano de Contador.
Fonte: Prologo
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Pinda vence Volta do ABCD
Uruguaio vence na elite na 14ª edição da prova, que contou com mais de mil atletas em diversas categorias
Hector Fabian Aguilar, Campeão no ABCD
Hector Fabian Aguilar, atleta da equipe de Pindamonhangaba, venceu a 14ª edição da Volta Ciclística Internacional do Grande ABCD, na categoria Elite Masculina (SP). A prova largou no distrito histórico de Paranapiacaba, em Santo André, e passou pelas sete cidades que compõem o Grande ABCD até São Bernardo do Campo. O uruguaio foi o mais rápido após quase duas horas e meia - 112 quilômetros - de pedaladas.
"Nossa equipe é muito entrosada e nós tínhamos um objetivo quando largamos: vencer. Foi uma prova dura com tempo fechado e chuva no começo, mas depois melhorou. Isso valorizou mais ainda as boas colocações da equipe de Pindamonhangaba", disse Hector. Além do primeiro lugar, o time ainda conquistou ainda a segunda e quinta posições no pódio.
Pela categoria Elite Feminina, a vitória ficou para ciclista de São José dos Campos, Sumaia Ali dos Santos, atleta convocada para a seleção brasileira de ciclismo, que disputará o Pan-Americano de Guadalajara, no México. "A prova foi muito disputada, porque as atletas da seleção estavam presentes. E a nossa equipe trabalhou muito bem e ainda aproveitamos para um treino forte para o Pan", comemorou Sumaia.
As mulheres percorreram 16 voltas no circuito de 3,2 quilômetros montado em uma avvenida de São Bernardo do Campo. As principais equipes da atualidade participaram do evento, que contou pontos para o ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo nas categorias Elite e Junior masculino e feminino.
Jovens, adultos e até atletas da categoria Sênior também pedalaram no circuito. Em paralelo, aconteceu a sexta etapa do 1º Campeonato Estadual Escolar Olímpico, nas categorias Mirim (12 a 14 anos) e Infantil (15 a 17 anos).
Classificação:
Elite Masculina:
1 - Hector Fabian Aguilar (Funvic/Marcondes Cesar/Pinda)
2 - Nilceu Aparecido Santos (Funvic/Marcondes Cesar/Pinda)
3 - Kleber Ramos da Silva (Padaria Real/Caloi/Céu Azul/Sorocaba)
4 - Edgardo Simon (Padaria Real/Caloi/Céu Azul/Sorocaba)
5 - Breno Sidoti (Funvic/Marcondes Cesar/Pinda)
Elite Feminina:
1 - Sumaia Ali dos Santos (São José dos Campos/Cannondale)
2 - Luciene Ferreira da Silva (Funvic/Pindamonhangaba)
3 - Clemilda Fernandes da Silva (São José dos Campos/Cannondale)
4 - Janildes Fernandes Silva (São José dos Campos/Cannondale)
5 - Camila Coelho Ferreira (GREC Memorial/Santos)
Fonte: Prologo
domingo, 11 de setembro de 2011
Madri: Vitória de Sagan e título de Cobo
Espanhol defendeu a camisola roja e sagrou-se campeão da Vuelta 20 
Por Tadeu Matsunaga
O eslovaco Peter Sagan (Liquigas) conquistou sua terceira vitória na Vuelta a España 2011 depois de vencer a 21ª e última etapa da competição, após percorrer 94 km na capital Madri, que celebrou o primeiro título do compatriota Juan José Cobo (Geox) em grandes voltas. O ciclista espanhol, de 30 anos, superou Chris Froome (Sky) e assegurou em definitivo a camisa vermelha.
Na luta pela camisa verde, o jovem Bauke Mollema (Rabobank), que terminou com a quarta posição no geral, venceu o duelo com o experiente Joaquim Rodriguez (Katusha). Mollema foi o nono colocado no sprint final em Madri e somou mais sete pontos. Com o resultado, o ciclista holandês chegou a marca de 122 pontos contra 115 de Rodriguez, que não bonificou na etapa.
Por fim, na classificação de montanha, o francês David Moncoutié (Cofidis) – vencedor da 11ª etapa em Manzaneda – conquistou pela quarta vez a primeira colocação entre os escalados. Aos 35, ele repetiu os feitos de 2008, 2009 e 2010 e encerrou sua participação na Vuelta 2011 com a camisa branca de bolinhas azuis.
A etapa final foi marcada por uma fuga com três ciclistas. Joan Horrach (Katusha), Damiano Caruso (Liquigas-Cannondale) e Jose Alberto Benitez (Andalucia Caja Granada). Os escapados, no entanto, jamais conseguiram uma vantagem confortável e foram neutralizados a 8 km da meta, com a chegada sendo decidida no sprint.
Com a Leopard, Liquigas e Lampre puxando o pelotão nos quilômetros finais a luta pela vitória ficou entre Dani Bennati, Alessandro Petacchi e Sagan. O eslovaco teve dificuldades para achar uma boa posição nos metros finais e viu Bennati e Petacchi saltarem para o sprint.
A vitória parecia ficar entre os italianos, mas Sagan – em uma recuperação impressionante – teve forças para bater os rivais praticamente sobre a meta, conquistando mais um triunfo na Vuelta a España. Festa do eslovaco, de Cobo, que enfim pode relaxar e desfrutar do memorável desempenho na competição que lhe rendeu o título da prova em 2011, e da Geox, que ficou com o título por equipes.

Class. Etapa
1 Peter Sagan (Svk) Liquigas-Cannondale 2:20:59
2 Daniele Bennati (Ita) Leopard Trek
3 Alessandro Petacchi (Ita) Lampre - ISD
4 John Degenkolb (Ger) HTC-Highroad
5 Nikolas Maes (Bel) Quickstep Cycling Team
6 Pim Ligthart (Ned) Vacansoleil-DCM Pro Cycling Team
7 Christopher Sutton (Aus) Sky Procycling
8 Koen De Kort (Ned) Skil - Shimano
9 Bauke Mollema (Ned) Rabobank Cycling Team
10 Vicente Reynes Mimo (Spa) Omega Pharma-Lotto
Class. Geral
1 Juan Jose Cobo Acebo (Spa) Geox-TMC 84:59:31
2 Christopher Froome (GBr) Sky Procycling 0:13:00
3 Bradley Wiggins (GBr) Sky Procycling 0:01:39
4 Bauke Mollema (Ned) Rabobank Cycling Team 0:02:03
5 Denis Menchov (Rus) Geox-TMC 0:03:48
6 Maxime Monfort (Bel) Leopard Trek 0:04:13
7 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas-Cannondale 0:04:31
8 Jurgen Van Den Broeck (Bel) Omega Pharma-Lotto 0:04:45
9 Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha Team 0:05:20
10 Mikel Nieve Ituralde (Spa) Euskaltel-Euskadi 0:05:33
Class. Pontos
1 Bauke Mollema (Ned) Rabobank Cycling Team 122 pts
2 Joaquim Rodriguez Oliver (Spa) Katusha Team 115
3 Daniele Bennati (Ita) Leopard Trek 101
4 Peter Sagan (Svk) Liquigas-Cannondale 100
5 Juan Jose Cobo Acebo (Spa) Geox-TMC 92
Class. Montanha
1 David Moncoutie (Fra) Cofidis, Le Credit En Ligne 63 pts
2 Matteo Montaguti (Ita) AG2R La Mondiale 56
3 Juan Jose Cobo Acebo (Spa) Geox-TMC 42
4 Daniel Martin (Irl) Team Garmin-Cervelo 33
5 Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha Team 32
Class. Combinada
1 Juan Jose Cobo Acebo (Spa) Geox-TMC 9 pts
2 Christopher Froome (GBr) Sky Procycling 16
3 Bauke Mollema (Ned) Rabobank Cycling Team 17
4 Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha Team 21
5 Daniel Martin (Irl) Team Garmin-Cervelo 26
Class. Equipe
1 Geox-TMC 254:32:28
2 Leopard Trek 0:10:19
3 Euskaltel-Euskadi 0:16:44
4 Katusha Team 0:43:18
5 AG2R La Mondiale 0:43:27
Fonte: Prologo
O eslovaco Peter Sagan (Liquigas) conquistou sua terceira vitória na Vuelta a España 2011 depois de vencer a 21ª e última etapa da competição, após percorrer 94 km na capital Madri, que celebrou o primeiro título do compatriota Juan José Cobo (Geox) em grandes voltas. O ciclista espanhol, de 30 anos, superou Chris Froome (Sky) e assegurou em definitivo a camisa vermelha.
Na luta pela camisa verde, o jovem Bauke Mollema (Rabobank), que terminou com a quarta posição no geral, venceu o duelo com o experiente Joaquim Rodriguez (Katusha). Mollema foi o nono colocado no sprint final em Madri e somou mais sete pontos. Com o resultado, o ciclista holandês chegou a marca de 122 pontos contra 115 de Rodriguez, que não bonificou na etapa.
Por fim, na classificação de montanha, o francês David Moncoutié (Cofidis) – vencedor da 11ª etapa em Manzaneda – conquistou pela quarta vez a primeira colocação entre os escalados. Aos 35, ele repetiu os feitos de 2008, 2009 e 2010 e encerrou sua participação na Vuelta 2011 com a camisa branca de bolinhas azuis.
A etapa final foi marcada por uma fuga com três ciclistas. Joan Horrach (Katusha), Damiano Caruso (Liquigas-Cannondale) e Jose Alberto Benitez (Andalucia Caja Granada). Os escapados, no entanto, jamais conseguiram uma vantagem confortável e foram neutralizados a 8 km da meta, com a chegada sendo decidida no sprint.
Com a Leopard, Liquigas e Lampre puxando o pelotão nos quilômetros finais a luta pela vitória ficou entre Dani Bennati, Alessandro Petacchi e Sagan. O eslovaco teve dificuldades para achar uma boa posição nos metros finais e viu Bennati e Petacchi saltarem para o sprint.
A vitória parecia ficar entre os italianos, mas Sagan – em uma recuperação impressionante – teve forças para bater os rivais praticamente sobre a meta, conquistando mais um triunfo na Vuelta a España. Festa do eslovaco, de Cobo, que enfim pode relaxar e desfrutar do memorável desempenho na competição que lhe rendeu o título da prova em 2011, e da Geox, que ficou com o título por equipes.
Class. Etapa
1 Peter Sagan (Svk) Liquigas-Cannondale 2:20:59
2 Daniele Bennati (Ita) Leopard Trek
3 Alessandro Petacchi (Ita) Lampre - ISD
4 John Degenkolb (Ger) HTC-Highroad
5 Nikolas Maes (Bel) Quickstep Cycling Team
6 Pim Ligthart (Ned) Vacansoleil-DCM Pro Cycling Team
7 Christopher Sutton (Aus) Sky Procycling
8 Koen De Kort (Ned) Skil - Shimano
9 Bauke Mollema (Ned) Rabobank Cycling Team
10 Vicente Reynes Mimo (Spa) Omega Pharma-Lotto
Class. Geral
1 Juan Jose Cobo Acebo (Spa) Geox-TMC 84:59:31
2 Christopher Froome (GBr) Sky Procycling 0:13:00
3 Bradley Wiggins (GBr) Sky Procycling 0:01:39
4 Bauke Mollema (Ned) Rabobank Cycling Team 0:02:03
5 Denis Menchov (Rus) Geox-TMC 0:03:48
6 Maxime Monfort (Bel) Leopard Trek 0:04:13
7 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas-Cannondale 0:04:31
8 Jurgen Van Den Broeck (Bel) Omega Pharma-Lotto 0:04:45
9 Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha Team 0:05:20
10 Mikel Nieve Ituralde (Spa) Euskaltel-Euskadi 0:05:33
Class. Pontos
1 Bauke Mollema (Ned) Rabobank Cycling Team 122 pts
2 Joaquim Rodriguez Oliver (Spa) Katusha Team 115
3 Daniele Bennati (Ita) Leopard Trek 101
4 Peter Sagan (Svk) Liquigas-Cannondale 100
5 Juan Jose Cobo Acebo (Spa) Geox-TMC 92
Class. Montanha
1 David Moncoutie (Fra) Cofidis, Le Credit En Ligne 63 pts
2 Matteo Montaguti (Ita) AG2R La Mondiale 56
3 Juan Jose Cobo Acebo (Spa) Geox-TMC 42
4 Daniel Martin (Irl) Team Garmin-Cervelo 33
5 Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha Team 32
Class. Combinada
1 Juan Jose Cobo Acebo (Spa) Geox-TMC 9 pts
2 Christopher Froome (GBr) Sky Procycling 16
3 Bauke Mollema (Ned) Rabobank Cycling Team 17
4 Daniel Moreno Fernandez (Spa) Katusha Team 21
5 Daniel Martin (Irl) Team Garmin-Cervelo 26
Class. Equipe
1 Geox-TMC 254:32:28
2 Leopard Trek 0:10:19
3 Euskaltel-Euskadi 0:16:44
4 Katusha Team 0:43:18
5 AG2R La Mondiale 0:43:27
Fonte: Prologo
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